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Saiba tudo o que rolou no painel onde as 3 palavras foram reveladas!



Sue Vertue, Andrew Scott, Steven Moffat e Mark Gatiss recebem o prêmio de Terrestrial Programme of the Year no MGEITF 2012.
O post original em inglês pode (e deve) ser lido no site do Sherlockology, AQUI. Se você fala inglês, siga o fansite oficial @Sherlockology para atualizações confiáveis e informações direto das fontes originais. Eles também estão no Facebook, Tumblr, Instagram e YouTube.

Se preferir, você pode assistir ao vídeo completo (sem legendas) abaixo:



[Contém Spoilers]
O dia 24 de agosto de 2012 foi um dia de enorme sucesso para Sherlock no Festival Media Guardian Edinburgh International Television, com um fantástico e informativo painel Masterclass, a revelação de possíveis temas para a terceira temporada, e mais dois prêmios adicionados à crescente coleção na Hartswood Films.
O  painel Sherlock Masterclass prometia adentrar pela criação da série e dar uma olhada em seu futuro através de Steven Moffat, Mark Gatiss, Sue Vertue e Andrew Scott, e certamente foi o que entregou.
Começando às 15:30 (11:30 no Brasil), o painel começou com um super-trailer feito pela BBC Worldwide, com todos os seis episódios, reeditados fora da ordem e com o máximo de efeito dramático.  Assim que acabou, o mediador Boyd Hilton apresentou Sue Vertue, Steven Moffat, Mark Gatiss e Andrew Scott no palco, sob enormes aplausos. Boyd começou perguntando a eles sobre o bem conhecido gênese de Sherlock como uma série, com a já conhecida história de Steven Moffat e Mark Gatiss conversando sobre uma versão modernizada dos personagens enquanto viajavam pra Cardiff num trem. Steven disse que  conversa consistiu basicamente em um checklist sobre que histórias originais poderiam ser transportadas para os dias de hoje, assim como que elementos como a guerra no Afeganistão e John Watson escrevendo um blog, mas naquele momento isso era só palavreado para passar o tempo. Foi só ao comentar sobre isso com Sue Vertue que  ideia passou a ser considerada seriamente, e depois se tornou um enorme desejo impedir a irritação inevitável que teriam quando alguém tivesse feito uma versão moderna e eles não.
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Desta ideia simples, vieram coisas grandes. O inesperado tamanho da série pegou a todos de surpresa quando eles acharam que faria menos sucesso. A discussão partiu para a produção do piloto de sessenta minutos e a intenção de fazer seis episódios com esta duração, e o sucesso de Wallander que os levou aos três episódios de 90 minutos. Sue contou uma conversa que ela teve com Mark e Steven por telefone, que se eles aceitassem fazer três episódios, teriam a aprovação instantânea da BBC. Steven disse que Paul McGuigan foi a maior diferença entre o piloto e a série final, trazendo um estilo visual distinto, mas o piloto também os colocou para pesquisar e testar audiências par descobrir que mudanças eles poderiam fazer. A informação mais importante que surgiu foi o desejo de fazer de Moriarty um elemento da série, já que ele não estava nos planos da versão original. Steven disse que eles não tinham certeza se Moriarty era algo que todos conheciam - e a pesquisa revelou que era, ainda que ele só apareça em uma história original de Conan Doyle (e é mencionado em outras tantas). Fechando essa seção da discussão, Mark observou de brincadeira que o maior erro do piloto era "que Mycroft não estar".
Então o painel seguiu para a escalação dos atores. Para Benedict Cumberbatch, Steven e Sue apenas assistiram "Desejo e Reparação" em uma noite e com a sua performance como "incrível vilão assustador" no filme, Steven percebeu "Oh, ele podia ser Sherlock Holmes!". Como Sue contou, ele era exatamente como Steven tinha descrito, "Alto, magro e angular" e tinha, como Steven disse, "um nariz impressionante!". Eles mencionaram a ideia para Mark, que já conhecia Benedict e ele concordou. Eles gravaram um teste com Benedict no apartamento de Beryl Vertue [mãe de Sue], e mandaram para a BBC com a mensagem de que eles não continuariam o projeto de maneira alguma a menos que concordassem com a escalação dele. Com Martin Freeman, foi simplesmente evidente que ele era John Watson assim que ele e Benedict leram juntos; o par teve química instantânea. Mark colocou desta forma "Aí está um programa. E ainda, ele é baixinho!". Sobre Louise Brealey como Molly Hooper, Steven disse que eles nunca tiveram a intenção de colocar um personagem fixo que não estivesse nos livros; mas ao ver sua performance, eles simplesmente tiveram que mantê-la.
Já que Andrew Scott estava no palco, muito da conversa foi sobre a criação da sua versão de Moriarty, com algumas revelações interessantes. Na versão original de O Grande Jogo, a intenção era apenas que ele aparecesse como "Gay Jim" em sua aparição no hospital St Bart, com a revelação da sua identidade sendo apenas uma mensagem deixada na piscina durante a conclusão. O que virou o diálogo final na piscina na verdade foi escrito como um teste, e era o que Steven descreveu como uma cena "ridícula e sem sentido", mas na hora que Andrew fez o teste, ela se tornou a cena preferida deles em toda a primeira temporada e foi incluída como o final do episódio.
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Andrew disse que ele sabia muito bem que não tinha sido a primeira pessoa que eles tinham pensado para ser Moriarty, sendo ao mesmo tempo uma escalação não-óbvia e uma não-óbvia versão do vilão como também não uma cópia de interpretações anteriores. Ele disse que é um erro comum pensar isso só porque você não se parece com um personagem isso não significa que não possa carregar a essência dele. Ele disse ter amado que o roteiro fosse audacioso e teatralmente escrito, e mesmo que o sucesso não pudesse ser previsto, ele tinha um intuição de que seria muito especial. Na primeira vez que foi ao ar, Andrew disse brincando que ele entrou na internet para ver a reação das pessoas e foi a maior lição que aprendeu na vida. "Twitter é como entrar em um quarto e ser socado, e aí beijdo, e aí abraçado, e depois cumprimentado com um 'ah, eu amei a sua gravata.'"
Mark comparou a versão deles de Moriarty a Hannibal Lecter de O Silêncio dos Inocentes, onde o personagem fica na tela durante dezesseis minutos mas parece que ele domina o filme inteiro já que falam sobre ele o tempo inteiro, e da mesma forma Andrew roubou a cena. Eles queriam muito "resgatar" o personagem Moriarty, já que tradicionalmente ele é retratado como sério e fisicamente curvado, e redefini-lo como, como Steven tinha dito antes, "o super-vilão original". Steven também falou sobre como eles ficaram empolgados quando a série foi ao ar pela primeira vez e ficou grande muito rápido, "como um cara que ainda não gozou!". Sobre a segunda temporada, não houve uma decisão consciente sobre deixá-la maior que a primeira, eles simplesmente não puderam evitar, e enquanto o plano original era deixar a conclusão de Reichenbach para a terceira temporada, eles acabaram decidindo incluir as três histórias mais famosas logo na segunda.
O painel então seguiu para a próxima seção, que começou com uma cena de O Cão de Baskerville onde John se vê trancado no laboratório. Mark disse que a cena começava de uma forma completamente diferente. Ele quis escrever uma sequência de suspensa no roteiro, e o set original seria um congelador de carnes trancado, já que era algo que ele achava que não tinha visto antes e Sue chegou a procurar locações. Paul McGuigan sugeriu que a cena começasse com luzes piscando e uma sirene, para dar uma sensação de perda dos sentidos. Steven disse que em contraste a essas mudanças, a cena de Henry Knight reagindo exageradamente às suas luzes de segurança foram cuidadosamente colocadas por Mark no roteiro. A conversa foi para a já famosa sequência do Palácio Mental, e todos concordaram que ela surgiu da ideia de Paul McGuigan na primeira temporada ao introduzir os textos flutuando na tela enquanto filmava O Grande Jogo e Steven reescrevia Um Estudo em Rosa. O momento em que Sherlock imita Elvis foi inventado por Benedict Cumberbatch. Nem Steven ou Mark tinham a intenção de escrever O Cão de Baskerville, mas Mark ficou considerando a possibilidade, apesar de ter acabado sendo "um completo problema" para escrevê-lo. Mark disse que a história original de Conan Doyle não é muito atrativa, "já que acaba sendo só um cachorro grande coberto de tinta" que dá pouco sentido à narrativa. Steven continuou perguntando "Por que alguém faria algo assim? Ele decide matar alguém, aí arruma uma cão gigante. POR QUE?"
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A cena do SHERLOCKED em Escândalo na Belgravia foi passada, e a conversa foi sobre a escalação de Lara Pulver como Irene Adler. Steven disse que, na página onde ele havia escrito sobre ela, Irene podia ser visto quase como "terrível", mas Lara trouxe um senso de divertimento ao papel. Mark descreveu sua fita de audição - que ela enviou de Los Angeles - e ela aparecia sem vestir nenhuma roupa. A personagem também trouxe uma discussão sobre o investimentos dos fãs de Sherlock na série, com Steven dizendo ser "a marca de um programa que está deixando uma marca". Irene Adler é um personagem perigoso, mas descrevendo a cena mostrada, Steven disse que você não saberia dizer se Sherlock ficou mesmo apaixonado por ela, "mas certamente ele ficou fascinado." Steven também cumprimentou o compositor Michael Price, pela música incrível na cena.
Seguindo-se a isso, a discussão mudou para os fãs da série. Steven disse que eles acharam que o programa seria bom, com talvez quatro milhões de espectadores e um prêmio obscuro na Polônia, mas em vez disso, foi um hit enorme e repentino, com uma escalada constante de propriedade, compromisso, projeção e criação de material, quase como os 50 nos de Doctor Who destilados em 90 minutos. Mark disse que apesar de algumas reações, eles não poderiam fazer a série para ninguém além deles próprios, e Steven disse que Sherlock como programa é basicamente a fanfiction deles. Ele disse que apesar disso soar sentimental, a série nasceu do amor deles ao material original e eles não se importariam se ninguém assistisse desde que eles pudessem continuar fazendo um para o outro. Eles também contaram sobre a "abrupta alegria" do momento em que eles tiveram um 221B só deles, assim como pisar naquele set e imediamente poder andar pela Tarda - "é um mapa dos nosso cérebros!".
O final de O Grande Jogo e a abertura de Escândalo na Belgravia passaram na tela. Boyd perguntou se eles sabiam como resolver o gancho quando filmaram, o que levou Sue a declarar "Teria sido bem mais conveniente." Steven reafirmou que o episódio foi escrito sem que eles soubessem que a continuação seria garantida, e "eles só estavam brincando", e Mark e Andrew disseram como foi estranho recriar tudo de novo, oito meses depois. A resolução atual veio após Steven notar como frenéticas eram algumas teorias, e eles perceberam que agora teriam que aparecer com algo muito bom, e o uso do ringtone veio depois de Sue contar a ele uma notícia onde "Stayin Alive" começou a tocar de repente dentro de um caixão em um funeral.
Então, Boyd perguntou se eles sabiam como o final de A Queda de Reichenbach seria resolvido, ao que Steven respondeu com um enfático SIM - "a menos que a gente decida mudar". Mark disse que aí eles teriam que voltar e recriar o material da segunda temporada para a resolução. Boyd perguntou a Andrew diretamente se ele sabia como o final era resolvido, e Andrew apenas respondeu "Eu sei" com uma excelente cara de tacho. Sobre as teorias, Mark disse como algumas eram "incrivelmente bizantinas, engraçadas e bem elaboradas", mas ele fez a interessante observação que já que o episódio possivelmente é assistido uma vez pela maior parte do público, a resolução não pode se basear em um elemento que só pode ser visto com a cena pausada e aumentando uma pequena seção na tela! Mark também comentou sobre a teoriia que Moriarty não pode estar morto já que você não vê a parte de trás da sua cabeça sair, mas isso foi simplesmente devido ao fato de que este nível de violência é inaceitável na televisão britânica às nove e meia da noite.
Então Andrew declarou que "Moriarty está morto". O que levou Steven a brincar, dizendo "a menos que a gente mude de ideia!"
O fim do painel já está próximo, mas após uma pergunta de Boyd sobre algum comentário sobre Elementary, que todos se recusaram a dar, uma última coisa havia a ser revelada, além do Mark dizer brincando "Sherlock Holmes e Doctor Watson irão voltar." As Três Palavras que dão pistas ao conteúdo das tramas da Terceira temporada, deliberadamente "pensadas para deixar vocês tensos." Foram ditas na seguinte ordem:
"Rato" - por Mark
"Casamento" - Sue
"Bow" (várias traduções: Reverência e "Aceitar" são as principais) - Steven
E, como Steven disse, "Isso é tudo que vocês terão". Boyd brincou dizendo que o Twitter devia estar explodindo agora e que o Sherlockology com certeza estava por trás disso. Sue confirmou novamente que a terceira temporada começará a ser filmada em Janeiro de 2013 e deverá ser entregue à BBC em Agosto do mesmo ano, ainda que ela tenha nos pedido (ao Sherlockology) para reafirmar que seus comentários foram levemente mal interpretados - a data de entrega do produto final não é indicação de nenhuma data de transmissão. 
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Então abriram pra uma rodada de perguntas, que começou com alguém que admitiu que não havia visto Sherlock, não gostou dos filmes recentes e queria saber por quê deveria assistir. Depois da audiência rir, Steven apenas prometeu "Você irá gostar, eu prometo que você vai gostar." A segunda foi uma pergunta sobre contas de Twitter e websites mantidos pelos criadores, e eles reafirmaram que as únicas da Hartswood e BBC são a Whip Hand original (no twitter) e os websites escritos por Joe Lidster.
A terceira pergunta feita foi se, já que as três histórias mais famosas foram usadas na segunda temporada, eles tinham alguma preocupação sobre ficar sem material depois. Mark disse que já que eles tem 56 contos e 4 romances, há muito material pra se mergulhar, assim como pegar partes e pedaços dentro de uma história e ter a habilidade de adicionar material novo à elas.  Eles também decidiram que outras fontes são canônicas [N.SB: O que nos leva a considerar "O Rato Gigante de Sumatra" para a palavra "rat". Note que existem vários pastiches com esta trama], incluindo o material dos filmes de Basil Rathbone e "A Vida Privada de Sherlock Holmes", o filme de Billy Wilder [N.SB: que eles usarm amplamente em Escândalo na Belgrávia]. Eles disseram ainda que a introdução com Sherlock chicoteando um cadáver dificilmente foi feita na tela, e foi muito empolgante poder fazê-la. [N.SB: Em "Um Estudo em Vermelho", quando ambos eram mais jovens e se conhecem, Watson comenta que Sherlock fazia esse tipo de coisa].
A quarta pergunta do público foi especificamente para Mark, perguntando se ele preferia escrever ou atuar como Mycroft. Depois de brincar dizendo "nenhum dos dois", Mark disse que a chance de fazer ambos era um privilégio enorme, mas também bastante cômodo poder mudar uma fala no roteiro sem precisar ligar para alguém. Sue disse que ela e Mark estão sempre no set durante as filmagens, e ela às vezes acha estranho perceber que ele sumiu - apenas para ele aparecer vestido como Mycroft - "Ah, é, você também participa!". Mark disse que na época ele estava fazendo testes para interpretar Peter Mandelson em um filme biográfico com Julie Walters e Steve Thompson sugeriu que ele fizesse Mycroft. Ele reafirmou que a decisão do seu nome não aparecer nos créditos de Um Estudo em Rosa foi intencional para levar o público a pensar que ele estava interpretando Moriarty, de outra forma, a verdade teria vindo à tona rapidamente.
Tanto a quinta e a sexta perguntas foram sobre o feedback mundial para a série e a reação deles a isso. Todos falaram sobre o enorme perfil internacional dos personagens, com a Rússia e o Leste Europeu tendo uma enorme audiência em particular. Sue também falou sobre o enorme abismo entre a transmissão no Reino Unido e a transmissão internacional, com os EUA passando em Maio e só dez pessoas ainda não tinham visto o episódio e o público francês gritando as falas. Sue expressou um desejo de tentar diminuir essa janela entre as transmissões mundiais no futuro, mas devemos dizer que não há garantias de que isso aconteça.
As duas últimas perguntas foram sobre a tecnologia, com a pergunta sobre se eles se é uma preocupação que a tecnologia deixe a série datada - ao que Mark observou que Holmes sempre foi um homem da tecnologia nas histórias originais - e, por fim, perguntaram sobre blogs online e críticas, com Steven dizendo que ele tenta ao máximo evitar ler e Mark dizendo que se você são sabe que existe, então você segue em frente, e às vezes isso dá a sensação de estar escutando as conversas dos outros por trás da porta. Sue observou que alguns dos vídeos e imagens que colocam na internet são fantásticas, e Boyd perguntou a Andrew a coisa mais estranha que já mandarm pra ele - e ele disse que foi um saquinho de Moriartea (chá Moriarty).
Você pode assistir a vídeos selecionados com os melhores momentos no The Guardian .

Mais sobre a terceira temporada:

Steven Moffat: "Temos um final incrível um desenvolvimento impressionante no meio, que é o que estamos buscando. Nós queremos três filmes imprescindíveis e os próximos também serão chocantes nos últimos vinte minutos." AQUI.

Leia a nossa postagem sobre as três palavras: o que elas podem significar, o que os atores/criadores já disseram anteriormente sobre o futuro de Sherlock e uma entrevista concedida por Steven Moffat, Mark Gatiss e Andrew Scott falando sobre as três palavras e o futuro de Sherlock (que não pretende terminar na terceira temporada). Neste link AQUI.
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6 comentários:

  1. Nossa, mas que bacana que foi o painel do Sherlock! Quanta coisa interessante! Eu não sabia como tinha surgido a ideia da série, fiquei encantada! Parece ter sido tudo muito rápido, não parece ter sido algo planejado com tempo e calma. E isso mostra que só deu certo porque ambos eram apaixonados pelas histórias. Foi feito com paixão. Não me admira ter dado tão certo! Enfim.
    E quero agradecer a equipe do blog por terem traduzido para a gente! O trabalhão não foi em vão, pessoal. Parabéns pelo trabalho de vocês!

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    1. Ufa! =D

      É um alívio saber, porque o texto é realmente interessante mas sabemos que às vezes bate a preguiça. :)

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  2. Eu adoro!!! Fiquei imaginando o encanto deles... Como escritora de fanfic fiquei muito encantada!!! Post incrível!!! Parabéns!!!

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  3. Uh, que tenso! Já devem ter várias teorias sobre as palavras hahaha
    E só em agosto! :( eu achei que no início do ano já teríamos a 3a temporada :/
    Beijos!

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  4. ah não foi em vão mesmo, eu gostei muito obrigada pela tradução e ''Mark comparou a versão deles de Moriarty a Hannibal Lecter de O Silêncio dos Inocentes, onde o personagem fica na tela durante dezesseis minutos mas parece que ele domina o filme inteiro já que falam sobre ele o tempo inteiro, e da mesma forma Andrew roubou a cena.'' ex-ce-len-te descrição!

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  5. O Cão dos Baskerville foi a primeira história de Conan Doyle que eu li. As dificudades da equipe resultaram em um excelente trabalho, com um clima de terror e loucura, e eles atingiram o objetivo de dar mais sentido ao cão do que na história original.
    Obrigada pela matéria, gente, o texto é grande mesmo, melhor, mais informação!!

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