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Peter Jackson conta que passou noites vendo Martin em Sherlock


Em entrevista publicada no Hollywood Reporter, o diretor de O Hobbit falou sobre sua determinação em levar Martin Freeman à Terra-Média:

"Martin era a única pessoa que a gente queria para o papel, e muito antes da gente conhecê-lo. A gente o tinha visto em The Office e "O Guia do Mochileiro das Galáxias", e achamos que ele tinha qualidades que seriam perfeitas para Bilbo. A conservadora, reprimida qualidade inglesa. Ele é um ator dramático, não é um comediante, mas tem talento para a comédia."
Persuadir Freeman, que não leu os livros de Tolkien mas gosta das adaptações cinematográficas, a  se juntar ao Hobbit foi fácil. Mas atrasos no projeto, graças à falência da MGM, os deixaram sem uma oferta formal e quando Jackson pôde dar um contrato a Martin, ele já estava contratado para Sherlock.
"Nós estávamos em apuros. Eu estava entrando em pânico", disse Jackson, contando que ele testou outros atores mas nenhum se comparou a Freeman. "Eu tive noites de insônia. A gente provavelmente estava a seis semanas de começar a gravar, e não tínhamos escolhido ninguém, e eu fiquei me torturando assistindo Sherlock no iPad às 4 da manhã."
Mas então ele resolveu fazer uma concessão: após filmar com Martin por 4 meses, ele o deixou voltar à Inglaterra durante dois meses para filmar Sherlock.
Martin dançando durante a première de O Hobbit no Japão.

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