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Andrew Scott: O adversário de Sherlock diz que às vezes é bom ser mau

Da Topman GENERATION



No mundo louco de celebridades e showbiz, de vez em quando surgem um punhado de atores cuja dedicação em honrar as suas artes se sobrepõe às óbvias seduções e armadilhas da fama. Andrew Scott definitivamente é um desses atores, pra que não se diga que Scott esteve esperando por esse momento de holofotes, na verdade está bem longe disso. Ganhar um BAFTA recentemente por seu papel como o malvado Moriarty, em Sherlock da BBC, é um testamento disso e sua agenda ocupada (que o tem feito trabalhar em filmes, televisão e onde tudo começou, no palco) é uma clara indicação que Scott tem o tipo de talento que o mantém sendo procurado. Chegando ao auge em sua carreira de ator no teatro, recebendo o Laurence Olivier Award por seu papel em A Girl in A Car With a Man, Scott chegou a trabalhar com um time impressionante de taletopsos atores, roteiristas e diretores, incluindo Mike Martlett, Sam Mendes e Julianne Moore. Conversamos com o ator irlândes sobre o porquê dele gostar de interpretar vilões e seu papel no novo drama da ITV1, The Town


Seu papel como o vilão Jim Moriarty em Sherlockatraiu bastante atenção, incluindo um prêmio BAFTA! Como você concordou em interpretar o personagem, imaginou que o papel se tornaria tão grande?


Eu sabia que era um papel muito bem escrito mas não fazia ideia do quanto de gente que responderia a ele dessa forma. Eu recebo cartas do mundo todo e as pessoas tem sido incrivelmente generosas comigo!


Qual foi a sua reação ao saber que tinha sido indicad para a um BAFTA? Você chegou a preparar um discurso de agradecimento, para o caso de precisar?


Foi uma alegria ser indicado e fiquei chocado em ganhar. Eu nem mesmo tinha escrito um discurso, só os nomes das pessoas que queria agradecer - foi uma noite incrível. Quando disseram meu nome, eu me virei pra dar um abraço em Benedict mas tinha um cara contratado para ocupar o lugar dele - porque precisaram levá-lo pra apresentar o prêmio de Steven Moffat, e aí eu fiquei tipo, 'Benedict está diferente. Ah não, você não é o Benedict! Eu achei que estava ficando louco. Eu acho que eu o outro cara ficou um pouco assustado também!





Você fica empolgado em interpretar uma pessoa má? Que papeis você gostou de interpretar na sua carreira, até agora?


Sim, eu gosto de interpretar o cara mau, mas um dos meus papeis favoritos foi um personagem chamado Casimir, em uma peça chamada Aristocrats, no National Theatre, que foi um dos personagens mais doces, vulneráveis e de partir o coração. Eu gosto de todos os tipos de personagens quando são bem escritos.


Fale um pouco sobre como você começou a atuar e o que te inspiru a fazer isso profissionalmente?


Eu comecei a atuar bem novo, apenas aos sábados, nas aulas de drama. Nós fazíamos apresentações ocasionais onde podíamos interpretar Richard III, Shylock e tdos esses grandes personagens. Acho que isso me  deu a ideia de que atuar deve ser divertido e instintivo, como uma criança pensaria. Eu tento não me afastar muito disso.


Que atores que te inspiraram ou que você sempre admirou?


Poder trabalhar com atores que eu admiro é, provavelmente, o maior prazer no que eu faço. Meus atores favoritos são [Marlon] Brando, Meryl Streep, Anthony Hopkins, Mark Rylance e mais uma porção. Eu gosto de atores que assumem algum risco.


Você tem trabalhado bastante em teatro, filmes e TV; qual você prefere e por que?


Bem, você costuma querer fazer o oposto do que você acabou de terminar. Eu estava na peça de NoalCoward com meu amigo Tom Burke, e perguntei a ele o que ele queria fazer depois e ele disse que gostaria de estar em uma peça onde houvesse areia no chão. Eu pensei, 'É...Talvez descalço.' É assim que os atores planejam suas carreiras! Eu amo todos os gêneros e eu também gosto muito do rádio. Eu acabei de fazer um curta chamado Sea Wall, que se trata de um monólogo de 30 minutos escrito e dirigido por Simon Stephens - do qual me orgulho muito. Eles o lançaram na internet e teve uma repercussão incrível.


Que novos projetos você tem em vista?


Eu estou num novo drama chamado The Town. Eu tive que usar jeans nesse, mas não é por isso que eu aceitei fazer! Eu aceitei porque foi escrito pelo brilhante Mike Bartlett com quem eu trabalhei no teatro, e é um grande papel.


Leia também:


"Andrew Scott: Ainda que ele seja um super-vilão internacional, acho que ele tem um enorme prazer no que faz. Então era importante que eu realmente me divertisse e nós seguimos a direção de que Moriarty está mesmo jogando, não sendo sério. E aí às vezes você acha que ele está sendo muito sério...às vezes ele é extremamente assustador e às vezes é apenas charme."


Em A Concepção de Moriarty(aqui)

2 comentários:

  1. Andrew é um fofo! Nem preciso dizer que o acho um ator incrível. Ele faz bem o tipo que gosto, o tipo vilão adorável. Espero vê-lo em mais filmes.

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  2. sim com certeza, super concordo com a Patricia... muito sexy esse Andrew :3

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