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Molly de Sherlock: a Cumberbitch original


Louise Brealey é a rainha do olhar de espera. Como Molly na série da BBC 1, Sherlock (nem tanto uma série agora, mas um fenômeno graças a seu sucesso internacional), a atriz imprimiu uma expressão perfeitamente similar as que aparecem no rosto das mulheres pelo mundo assim que o sexy rosto de lontra de Benedict Cumberbatch e seu sobretudo esvoaçante aparecem na tela.
Se a dominatrix Irene Adler foi a mulher fatal do programa, Molly é a mulher comum. “Em um nível básico, as mulheres se identificam com Molly se elas desejam Benedict Cumberbatch. Ela as representa,” diz Brealey. “Ele é impossível de se obter: sendo Sherlock ou Benedict. É um apetite duplo. Mas Molly se comporta como uma otária não por ser burra mas porque ela o ama.!
Em um cena particularmente brutal, Sherlock acidentalmente humilha Molly em sua festa de Natal, ao assumir que ela se vestiu toda e trouxe um presente para um novo namorado, apenas para descobrir que os esforços dela eram pra ele. Só quem tem coração de aço não ficou tocado com a expressão de dor de Brealey. “A maioria das pessoas que eu conheço já se apaixonaram por alguém que não corresponde. A sensação é horrível. Dói e dói, e o que você pode fazer? Não é estranho pra mim interpretar algo do tipo, porque eu já passei por isso.”
Mas no final da segunda temporada, Molly se elevou de ajudante apaixonada à heroína, depois de ajudar Sherlock a fingir sua morte. “A primeira mensagem de texto que eu recebi quando o episódio acabou dizia ‘Obrigada por salvar Sherlock!’. Molly é tão negligenciada por todo mundo mas no final é ela a quem ele pode recorrer.”
Cumberbatch, diz ela, é “um ator absolutamente comprometido. Não há um momento em que ele não seja Sherlock. E como pessoa, é um deleite.”
Embora haja um número enorme das chamadas Cumberbitches, também está crescendo o número das Brealey-bitches. A atriz de 33 nos já recebeu pedidos de casamento (a maioria de meninas jovens) e aparece em papel principal em fanfictions pornôs, que ela não suporta. “Eu não leio mais. Sherlock e Watson são personagens do livro. Molly sou eu.”
Leia (em inglês) o restante da entrevista, onde Louise fala sobre sua trajetória, seus trabalhos e feminismo aqui.
"Eu gostaria que cada homem que não se chama de feminista explicasse para cada mulher em sua vida porque ele não acredita na igualdade para as mulheres"
E não se esqueça! Começaremos a recolher perguntas para Louise na segunda-feira, dia 12/11, para o nosso Projeto de Entrevistas! Já pode ir pensando em algo legal para nos enviar(em inglês ou português) em brasilsherlock@gmail.com 

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