Ads Top

Do blog português e nosso parceiro Snail Trail

Post assinado por PHS.


Moffat discute a orientação sexual de Sherlock Holmes

Desde o 1º episódio da 1ª temporada da série “Sherlock” que pequenas piadas e adoráveis situações constrangedoras são elegantemente criadas pelos autores em redor de um tema que deixa alguns fãs presos num mundo alternativo onde apenas a imaginação e as restrições morais os guiam.
“Não há nenhuma indicação nas histórias originais de que ele [Holmes] fosse assexual ou gay.”, diz Steven Moffat ao The Guardian “ De facto, ele diz que ignora a atenção de mulheres porque não quer a distração. O que é que isso nos diz acerca dele? Dedução fácil. Ele não estaria a viver com um homem se achasse homens interessantes.” E dessa forma, fontes de distração. Obviamente.

“É a escolha de um monge, não a escolha de um assexual. Se ele fosse assexual, não haveria tensão, nenhuma piada nisso – ele é alguém que se abstém do que é interessante. Não há qualquer garantia de que ele permanecerá assim até ao fim – talvez ele se case com a Mrs Hudson. Não sei!”, brinca o co-criador da série.


Mas, no 1º episódio desta 2ª temporada, Holmes é sexualmente desconcertado por uma dominatrix lésbica, que se despe de forma a desarmá-lo de todos os seus frios métodos de raciocínio. A relação criada entre os 2 é, no mínimo, difícil de definir e muitos fãs se perguntam se, de facto, o Grande Detetive poderia experienciar algo tão mundanamente emocional como “amor”.

“Poderiam apenas tirar conclusões acerca das minhas políticas sexuais pessoais se assumissem que estou a apresentar as personagens da forma como eles são e da forma como têm de ser. Mas ambos são claramente definidos como retorcidos – é o amor entre os loucos. Ele é um psicopata, ela também. Ela está preparada para o atirar aos cãs até ele conseguir decifrar o código, ele está preparado para quase a deixar ser executada. Eles não estão nem perto de comprar uma casa e um Volvo em conjunto. Eu não estou a dizer que é assim que as pessoas devem namorar!”

Felizmente para a maioria dos fãs (e talvez seja essa uma das razões major para o grande sucesso desta série), Moffat promete que ele e Gatiss nunca deixarão o espírito original das histórias de Doyle.

“O nosso fanatismo juvenil acerca de Sherlock Holmes significa que existem limites absolutos para aquilo que fazemos. A nossa é uma versão autêntica de Sherlock Holmes.”

Entrevista original aqui.

Benedict Cumberbatch acha guarda-roupa de Sherlock Holmes desconfortável.

Em conversa com o Daily Express, o ator Benedict Cumberbatch, Sherlock Holmes em Sherlock, revelou como acha a indumentária da sua personagem pouco prática.
“Todos nós pensamos imenso acerca da sua roupa.”, diz Benedict. “E eu tenho a oportunidade de vestir fatos muito bonitos e muito bem cortados apesar de que, por vezes, a cintura é tão estreita que não consigo respirar ou digerir devidamente.”

“O que é triste é que eu tinha um casaco muito parecido com o de Sherlock antes de ter o papel – foi um presente de uma pessoa – mas não o posso usar em público agora, o que é triste.”





4 comentários:

  1. Eu ia AMAR se ele fosse gay e tivesse um caso com nosso amável (ou nem tanto) John. ♥

    ResponderExcluir
  2. Só agora consegui ler esse post inteiro. O pessoal tanto fala na relação entre Sherlock e John que ela começa a me parecem simplesmente natural. Mas o meu cérebro é dado a essas permissões... Já que eu invento histórias o tempo inteiro. Enfim... De alguma forma Sherlock acaba me lembrando o personagem do detetive "L" de Death Note. Será que eles viram o anime? hehehehe Por que é no mínimo curioso aquela mania dele agachar na poltrona e deitar em posição fetal. O L fazia as mesmas coisas. Se ele fosse viciado em doces seria idêntico! XD

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não, há algumas passagens nas histórias originais onde Holmes parece sentado na poltrona daquela maneira, ou garrdo às pernas..rs

      Excluir
  3. Muito provavelmente até o próprio L tenha traços de nosso adorável Sherlock Holmes, Sir Arthur Conan Doyle tem influenciado gerações e gerações na criação de personagens detetives. O L é com certeza apenas mais um fruto.

    ResponderExcluir

Tecnologia do Blogger.